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há 20 horas
"Contudo, vencemos"
Decisões no Gongyo de Ano Novo marcam o início de 2026
Redação
13/01/2026

Em outubro de 1960, Ikeda sensei, enfrentando e superando todas as adversidades, bradou: “Contudo, eu irei!”. Haviam se passado apenas cinco meses desde que assumira a presidência da Soka Gakkai, e já se lançava em sua primeira jornada além das fronteiras do Japão, movido pelo propósito de levar ao mundo os ideais humanísticos do Budismo de Nichiren Daishonin.
Aquela decisão foi um marco histórico. Mas, afinal, o que significa ter uma forte determinação? O presidente Ikeda nos ensina:
Uma forte determinação é a causa para um grande crescimento. Ter essa determinação é como plantar uma semente. Enquanto ainda é semente, ela é invisível aos outros. Mas, na época apropriada, ela brotará, fincará raízes e nascerão muitos galhos e folhas. E se tornará uma grande árvore. A “semente” de uma determinação realmente profunda produzirá uma “grande árvore” que será admirada durante muitos séculos pelas pessoas. Nós precisamos manifestar essa determinação agora, e não em alguma ocasião no futuro. O momento presente é a época para iniciarmos a nossa batalha. 1
Em cada localidade, o Gongyo de Ano-Novo reacendeu a chama da esperança e trouxe um vigor renovado, marcando a conversão de novos membros à prática do Budismo de Nichiren. Acompanhe as decisões e as imagens que registram a alegria dessas cerimônias realizadas em diversas organizações do Brasil.
Nota:
1. Terceira Civilização, ed. 421, set. 2003, p. 3.
Um novo brilho para a vitória absoluta
Vídeo gravado no Centro Cultural Dr. Daisaku Ikeda, em 1º de janeiro de 2026
Campo Grande
Durante a reunião do Gongyo de Ano Novo, realizada em Campo Grande, Dilson de Souza da Silva viveu um momento marcante ao receber o Gohonzon, formalizando uma relação com o Budismo de Nichiren Daishonin que já fazia parte de sua vida há muitos anos.
Natural de Corumbá, Dilson conheceu o budismo há cerca de dez anos. Ao longo desse período, também morou no Rio de Janeiro. Com o passar do tempo e após a mudança de local da sede, Dilson acabou se afastando da prática por ter perdido essa referência. Ainda assim, o vínculo com o budismo permaneceu presente ao longo dos anos.
No ano passado, durante conversas no ambiente de trabalho, Dilson reencontrou o budismo por meio de sua colega Mathilde, também praticante do Budismo de Nichiren Daishonin. Foi ela quem lhe explicou, de forma simples, como funcionava o recebimento do Gohonzon, reforçando que o mais importante era a decisão pessoal de assumir a prática.
cerimônia de conversão
cerimônia de concessão e conversão
Brasília
Nasci em uma família budista e sou praticante desde então. Dentre todas as datas significativas da BSGI, o desafio de iniciar o primeiro dia do ano é muito significativo para mim, por isso, decidi receber o meu Gohonzon hoje, para mim, representa o inicio da minha nova jornada pessoal.
Mayara Priscilla Alves de Sena
Colaboração: Grupo Arco-íris
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