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há 9 horas
Que tal dançar?
Fukuchi, grupo de dança da Divisão Feminina, convida renomada professora para workshop em comemoração do aniversário de fundação
Redação
11/08/2026

Uma revisão científica publicada em 2024 e destacada pela Harvard Health analisou 27 estudos e constatou que a dança pode ajudar a reduzir sintomas de ansiedade e depressão de forma comparável a programas estruturados de exercícios físicos.
Mais do que uma atividade artística, a dança reúne movimento, estímulo cognitivo, expressão emocional e convivência social, tornando-se uma prática capaz de promover bem-estar e desenvolvimento humano.
Foi nesse espírito que o grupo de dança Fukuchi, da Divisão Feminina, celebrou seus 31 anos de fundação com um workshop de Dança Contemporânea e Modalidades Livres, ministrado pela professora convidada Ana Botosso.
A programação também contou com um encontro comemorativo sob o tema “Um novo bailar do Grupo Fukuchi, com uma condição de vida vibrante rumo a 2030”. A atividade teve como base a mensagem do presidente da Soka Gakkai, Sr. Minoru Harada: “Bailem pelo kosen-rufu com uma condição de vida vibrante!”. Na ocasião, foi compartilhado um incentivo do presidente Daisaku Ikeda sobre a filosofia de vida de Charles Chaplin, o eterno rei da comédia. Inspiradas por essa mensagem, as integrantes renovaram a decisão de transformar desafios em crescimento, união e felicidade, avançando com coragem rumo a 2030.
Aretuza Leal, responsável pelo grupo, expressou sua gratidão às veteranas, às formandas e a todas as integrantes que ajudaram a construir essa trajetória de 31 anos.: “O Grupo Fukuchi é um espaço de treinamento, crescimento e transformação humana, onde cada participante desenvolve suas capacidades enquanto contribui para a felicidade das pessoas. Em cada apresentação, não levamos apenas uma expressão artística ao público, mas buscamos despertar coragem, esperança e vitalidade no coração de quem nos assiste”.
Já Magda Lombardi, coordenadora-geral da Divisão Feminina da CGESP, destacou que a esperança não se resume a um sentimento de otimismo, mas exige ação, movimento e determinação diária: “Vamos fortalecer nossa fé por meio da sincera recitação do daimoku, do estudo do budismo e da constante reflexão sobre nossa própria revolução humana”.
Magda também incentivou as participantes a observarem seu crescimento ao longo da prática budista: “Devemos nos tornar pessoas melhores a cada dia, atuando com mais consciência, sinceridade e determinação”.
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