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Rumo ao Bloco Monarca 2010
há 17 anos
A unicidade de mestre e discípulo no budismo — (parte final)
30/05/2009

Após receber essa carta (“Três tipos de tesouro”), Shijo Kingo agiu exatamente como orientou Daishonin, lutou tendo como base a prática budista. Comprovou a justiça do mestre conquistando a confiança irrestrita do seu lorde e multiplicando o tamanho de seu feudo.
Daishonin é o mestre fundamental que elucidou a Lei que possibilita “o inferno [seja] a terra da luz tranquila” e que revelou a Lei Mística nas formas do Gohonzon e do Nam-myoho-rengue-kyo como o caminho para que todas as pessoas comuns dos Últimos Dias da Lei possam praticá-la. Ao mesmo tempo, Daishonin foi também o mestre da prática da fé que mostrou a forma de praticar persistindo e acreditando no Sutra de Lótus, superando as grandes perseguições.
Pela de unicidade de mestre e discípulo, Shijo Kingo conseguiu persistir na prática e superou a maior dificuldade de sua vida.
É pelo intercâmbio de coração a coração entre o mestre que eleva corretamente o estado de vida e nós, os discípulos, que se torna possível desenvolvermos um infinito poder de criação.
Na era atual, são os três sucessivos presidentes da Soka Gakkai que se levantaram sem poupar a sua própria vida para a concretização do Kossen-rufu, que venceram as grandes perseguições enquanto ajudavam muitas outras pessoas a abraçar esta fé. O elo de mestre e discípulo com os três sucessivos presidentes é a chave para estabelecer a grandiosa condição de vida que põe em prática os princípios budistas de que “o inferno é a terra da luz tranquila”.
Pela verdade das famosas palavras de que a grandiosa revolução humana de uma única pessoa irá um dia impulsionar a mudança no destino de um país e, além disso, será capaz de transformar o destino de toda a humanidade, no insuperável caminho da unicidade de mestre e discípulo, o grande desejo do Kossen-rufu será concretizado e eternizado para todo o futuro.
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