BS
Caderno Reunião de Palestra
há 10 anos
Sutra do Lótus – excelente remédio para a humanidade
Reflexões sobre o Gosho do mês | Texto do Departamento de Estudo do Budismo (DEB)
24/09/2016

Conforme predito pelo buda Shakyamuni, Nichiren Daishonin se levantou como devoto do Sutra do Lótus para revelar e propagar o “medicamento benéfico”, Nam-myoho-renge-kyo, e, assim, conduzir todas as pessoas de Jambudvipa (o mundo inteiro) à iluminação.
O presidente Ikeda afirmou numa ocasião: “O budismo é um excelente remédio que cura as feridas do carma e do sofrimento. Não existem impasses na fé. Nós encontramos problemas e dificuldades para que possamos crescer e amadurecer. No mundo do budismo, mesmo aquilo que parece já estar bom irá se tornar ainda melhor. Quando acreditamos que já atingimos o limite máximo, vamos ainda mais além. Essa é a Lei Mística” (BS, ed. 1.286, 27 ago. 1994, p. 5).
De acordo com o espírito do buda Nichiren Daishonin, devemos recitar o Nam-myoho-renge-kyo — que, como essência do Sutra do Lótus, é o melhor remédio de todos — e nos incentivarmos uns aos outros.
Estamos numa época em que o real valor do budismo, que prega o humanismo, está sendo verdadeiramente comprovado e reconhecido no grande palco da história da humanidade por toda a eterna era dos Últimos Dias da Lei.
Esforçar-se pela felicidade dos outros e, sinceramente, valorizar a pessoa que está bem diante de você exigem que tenha absoluta fé no potencial positivo inerente a cada indivíduo. Essa fé e essa convicção são a força motriz para a construção de uma rede de esperança e para abrir o caminho para um futuro brilhante.
Empreender esforços ao incentivar a pessoa que se encontra diante dos seus olhos, oferecendo-lhe o bom remédio, a prática do Nam-myoho-renge-kyo é a ação de um verdadeiro devoto do Sutra do Lótus.
Em uma passagem da Nova Revolução Humana, consta: “Um único incentivo pode ser fonte de coragem e oportunidade para se transformar totalmente as dificuldades. Shin’ichi estava empenhado de corpo e alma a plantar a semente do despertar naquele momento único e a abrir o caminho do grande desenvolvimento eterno na vida de cada um. (...) Cada instante é um tesouro inestimável. Por isso ele não se permitia desperdiçar nenhum segundo da preciosa vida. Estava determinado a se dedicar ao máximo com todas as suas forças, sempre” (BS, ed. 2.334, p. C2).
Pegando carona no movimento Humanismo em Ação, vamos envolver todas as pessoas com o mesmo coração magnânimo do Buda e do presidente Ikeda, compartilhando este bom remédio com todos os que nos rodeiam.
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