TC
Especial
há 24 anos
A arte da oratória
01/03/2003

Porém, foi em Atenas, na Grécia, que essa arte floresceu, sendo os sofistas os primeiros a dominar com facilidade a palavra.
Os sofistas eram filósofos contemporâneos de Sócrates que atribuíam a si a profissão de ensinar sabedoria e habilidade, e entre os quais se destacavam Protágoras (480–410 a.C.), que afirmava ser o homem a medida de toda as coisas, e Górgias (485–380 a.C.), que atribuía grande importância à linguagem. Os sofistas desenvolveram especialmente a retórica, a eloqüência e a gramática.
Os romanos sofreram grande influência da oratória grega, sendo Cícero o maior orador romano. Apesar de ser muito inteligente, sua falta de caráter e arrogância levaram-no a um fim terrível: foi morto sob ordem de Marco Antonio, tendo a cabeça e a mão direita decepadas e expostas no fórum romano e sua língua fincada em uma estaca e exibida ao povo.
Outra importante figura da arte da oratória romana foi Quintiliano, que nasceu no primeiro século d.C. Quintiliano reuniu em sua obra Instituições Oratórias, composta de doze livros, todo o conhecimento desenvolvido pelos autores que viveram até sua época. As observações apresentadas nessa obra serviram de base para os demais autores que se seguiram a Quintiliano.
Compartilhe
