BS
Nova Revolução Humana
há 20 anos
Universidade Soka (19)
23/09/2006

Entrando no mês de maio, alguns estudantes tiveram a iniciativa de criar um comitê para organizar a fundação do diretório acadêmico para tratar de assuntos relacionados com as atividades e convivência dos alunos no campus universitário. Esse projeto foi discutido em todas as salas de aula para estabelecer as linhas básicas de sua administração e a fundação do diretório acadêmico foi oficializada no final de junho numa reunião geral dos estudantes.
Como parte desse diretório, foi criada uma coordenadoria de atividades extra-curriculares e, na seqüência, foram formados diversos grupos de estudos e de pesquisas, tais como: o Grupo de Pesquisa da Cultura Chinesa, o Grupo de Estudo da Língua Francesa e Língua Inglesa, o Grupo de Pesquisa da Cultura Tradicional do Japão, o Grupo de Publicação do Jornal Acadêmico, o Grupo de Pesquisa de Filosofia de Vida etc. Entre esses grupos, destacavam-se os que estavam relacionados com culturas e línguas estrangeiras. Era um reflexo imediato da diretriz do fundador Shin-iti Yamamoto: “Ser a fortaleza para a paz da humanidade”. Os estudantes se conscientizaram de que, para corresponder a essa diretriz, era indispensável conhecer outras línguas e culturas para aprofundar as relações de amizade e de compreensão mútua com os povos de diversos países.
Os estudantes que criaram o Grupo de Pesquisa da Cultura Chinesa foram aqueles que ouviram o discurso proferido pelo presidente Yamamoto na convenção da Divisão dos Universitários que foi realizada no Auditório Nitidai em 8 de setembro de 1968. Naquela ocasião, eles ficaram impressionados com as propostas de Shin-iti sobre a normalização das relações diplomáticas sino-japonesas.
“Quando vocês tornarem-se líderes da sociedade japonesa, terão de criar um ambiente em que os jovens do Japão e da China possam unir suas mãos para trabalharem juntos em prol da construção de um mundo melhor e mais justo.” — essas palavras de Shin-iti sensibilizaram os estudantes presentes naquela convenção.
“Quem herdará a correnteza da paz sino-japonesa criada pelo presidente Yamamoto com a devoção de sua própria vida?” — muitos estudantes consideraram essa tarefa como sua própria missão. Entre eles havia um que se chamava Shironobu Kurata. Ele estava ciente de que a paz no Oriente e também do mundo não seria possível sem considerar as relações de amizade entre a China e o Japão. Como primeiro passo para contribuir para esse propósito, Shironobu achou que era preciso conhecer o povo chinês, a sua cultura, seus costumes, história, tradições e pensamentos.
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