TC
Editorial
há 14 anos
Justiça Soka
20/07/2012

Em um ensaio, o presidente Ikeda enfatiza: “Força corresponde à nossa capacidade, ao nosso poder de ação, de realização, baseado no autoaprimoramento da ‘Fé, Prática e Estudo’. Paixão refere-se à nossa conduta com a máxima intenção de salvar a pessoa amiga e ao nosso desejo apaixonado de realizar o Kossen-rufu”.
Quando os presidentes Makiguti e Toda foram presos, força e paixão pelo Kossen-rufu mantiveram acesa a chama pelo desejo da felicidade das pessoas. Eles jamais abandonaram a fé e a convicção e se levantaram ainda mais determinados em realizar o Chakubuku.
Mesmo sendo considerado um crimonoso, o Sr. Makiguti aproveitava os interrogatórios para advertir as autoridades, falando corajosamente com verdadeiro espírito de Chakubuku (tirar do caminho do mal e ensinar o caminho do bem), pondo em prática as palavras do Buda Nitiren Daishonin: “Aquele que livra o ofensor do mal está agindo como se fosse seu pai. Aquele que repreende os ofensores são discípulos do Buda” (WND, p. 286).
Dessa forma, nos dois anos anteriores (aos da sua prisão), ele havia apresentado o Budismo Nitiren para mais de quinhentas pessoas. E, mesmo encarcerado, propagava-o para os demais prisioneiros, e até para os inquiridores.
Esta é a essência da JUSTIÇA SOKA: mesmo injustiçados, o revide sempre é o de manifestar o estado de Buda conduzindo o outro ao caminho da felicidade. Assim fizeram os três primeiros presidentes da Soka Gakkai.
Para contar esta história, a partir desta edição, a TC publica uma série especial, intitulada “A luta dos três mestres na prisão”. Imperdível!
Nesta primeira parte, por meio do exemplo do presidente Makiguti, vamos saber o que é uma vida afortunada de “força e paixão” capaz de mudar o rumo da história.
Leia. Inspire-se e desperte sua FORÇA JOVEM!
Boa leitura!
A Redação
Compartilhe
