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Tendência & Opinião
há 24 anos
Ser budista é chique não no “úrtimo”!
10/08/2002
Minha amiga disse à sua chefe que era budista e ela respondeu: “Que chique!”
Ela ficou muito surpresa e feliz, é claro! Pensando nisso, cheguei às seguintes conclusões:
Ser budista é ser chique não no “úrtimo”, mas sempre em primeiro lugar.
Ser budista é estar no degrau mais alto do pódio.
Ser budista é ter boa sorte o tempo todo.
Ser budista é ter sabedoria quando necessário.
Ser budista é ter o coração aberto a todas as pessoas.
Ser budista é ter felicidade, energia, harmonia etc.
Enfim, ser budista é tudo isso e muito mais, porque sabemos que possuímos em nosso interior um estado iluminado e, principalmente, que podemos fazê-lo manifestar com a nossa prática.
Podemos dizer com todo orgulho que pertencemos à BSGI, uma organização religiosa fundamentada nos ensinamentos filosóficos no Budismo de Nitiren Daishonin.
Devemos nos orgulhar por fazer parte de uma família maravilhosa chamada Família Soka e de ter um Mestre da Vida chamado Daisaku Ikeda que nos ensina como criar a paz e desenvolver a cultura e a educação.
O presidente Ikeda orienta: “Não há no mundo outra organização como a SGI, na qual os membros estão praticando em exato acordo com o decreto e o desejo do Buda. A SGI está diretamente ligada a Nitiren Daishonin.
“Vamos avançar alegremente com a convicção de que ‘se a Soka Gakkai é inabalável, então o Japão e o mundo inteiro também se tornarão inabaláveis’. Nosso propósito não é nenhum outro senão o Kossen-rufu, a felicidade das pessoas e a de cada um de nós. E se vamos lutar nesse movimento, então vamos conquistar uma retumbante vitória.” (A Grande Correnteza para a Paz, vol. 6, pág. 21.)
Com a leitura do Brasil Seikyo, estamos sempre bem informados e aprendemos muito sobre a filosofia da vida do Budismo de Nitiren Daishonin e o espírito da Soka Gakkai, sobre beleza, direitos do consumidor, Internet, teatro, exposições e inúmeras novidades e fatos do dia-a-dia.
Na revista Terceira Civilização temos proposta de paz do presidente Ikeda, o mundo da globalização, pesquisas científicas, dicas de saúde (médica e odontológica), conselhos úteis para a juventude, culinária e uma gama de outros assuntos importantes.
Até as crianças podem obter um maior desenvolvimento com a leitura da Revista Dez, aprendendo a elaborar desenhos japoneses (mangá), cantar em inglês, a importância do meio ambiente, a vida de grandes filósofos como Sócrates e Platão e diversas curiosidades.
O presidente Ikeda escreveu: “O ato de aprender é uma qualidade especial do ser humano. Os animais também aprendem, mas não podem obter o aprendizado como os homens. ‘Aprender‘ para aprofundar e enriquecer as próprias qualidades experimentando as dificuldades e sofrimentos. ‘Aprender’ para ser uma pessoa que possa servir para o bem da pessoas e da sociedade. É justamente esse senso de ‘aprender‘ que espero que cultivem em seu coração de jovens e adolescentes.“ (Revista Dez, janeiro de 2002, págs. 3-4.)
Com tantas informações ao nosso alcance, e como pessoas que prestam serviço à comunidade buscando construir um mundo de paz, jamais poderíamos dizer que não somos importantes e muito menos que não somos “chiques”.
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