BS
Nova Revolução Humana
há 27 anos
CORRENTEZA PURA - 26
02/10/1999
Como primeira tarefa, Shin-iti propôs que a Min-On criasse oportunidades para aproximar e familiarizar o público em geral com as óperas e músicas clássicas, tirando-as do monopólio das classes mais privilegiadas.
Existiam nessa época duas instituições que representavam a cultura musical do Japão. Uma era a Associação Musical de Trabalhadores mantida pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores. A outra, fundada para competir com a primeira, era a Associação Cultural de Música, que tinha como mantenedora a Federação de Empresários do Japão.
Apesar de suas atividades musicais serem promovidas com tendências ideológicas e políticas, Shin-iti não questionava esse aspecto desde que a população fosse beneficiada com a divulgação de músicas de boa qualidade. Sua expectativa era que a Min-On contribuisse de forma concreta para a criação de um movimento cultural sustentado com a participação direta da população.
Durante o concerto sinfônico alusivo à fundação da Min-On, Shin-iti permaneceu na sede recitando Daimoku pelo sucesso do evento. Após o concerto, por volta das 22 horas, Hiroshi Izumida e Eisuke Akizuki retornaram para a sede.
— Presidente Yamamoto, o concerto alcançou um grande êxito. Os convidados ficaram muito impressionados com as diretrizes da Min-On e depositaram nela uma grande expectativa.
Ouvindo o relatório, Shin-iti mostrou-se muito feliz com o sucesso.
E Akizuki disse:
— A maioria dos convidados imaginava que a Gakkai pretendia desenvolver a organização usando a Min-On como um meio para propagar o budismo. Por este motivo, foram surpreendidos pelas nobres diretrizes da Min-On. Um dos convidados chegou a perguntar-me se a Min-On iria tocar as músicas de Natal ou de outras religiões. Eles acham que a Min-On, por estar ligada à Soka Gakkai que é uma instituição budista, manterá também uma postura de não congraçar com outras religiões.
— Na verdade, Sr. Akizuki, os nossos membros também pensam dessa forma.
Compartilhe
